Devemos ser caridosos com os criminosos?
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O amor ensinado por Jesus não conhece limites ou exceções, pois, como o próprio Mestre nos disse, se somente amarmos a quem nos ama, que mérito teremos?
O criminoso, antes de tudo, é um doente, e como tal, necessita de nosso apoio. Novamente citando Jesus, os sãos não precisam de médico. Assim, ainda que o crime cause repulsa, é preciso ajudar o criminoso, transportando-o de volta à seara do bem.
Não podemos olvidar, contudo, que do mesmo modo que o doente contagioso precisa ser isolado do convívio social, inúmeras vezes o mesmo acontece com o criminoso, para que sua “doença” não perturbe a ordem pública, imprescindível ao crescimento humano. Oferecer a outra face não é sujeitar-se à maldade alheia, mas amar o semelhante e, caridosamente, auxiliá-lo a endireitar o seu caminho. Não custa lembrar que, conhecendo a reencarnação, sabemos que, em uma vida passada, podemos ter sido o criminoso que precisou do perdão dos homens.
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